Durante o Euro assistiu a um erro crasso no Jogo Ucrânia – Inglaterra em que a Inglaterra venceu 1-0 e com um golo anulado à Ucrânia. No jogo estavam dois árbitos na linha da baliza de apoio ao árbitro principal, mas acontece o inesperado a bola entra e não é contabilizada para a Ucrânia.
Se a tecnologia do chip na bola existisse haveria exatidão, sem qualquer problemas nestes lançes polémicos. Ficaria resolvida a questão. Refere um cientista:
“Os chips captam com precisão centimétrica até duas mil vezes por segundo as posições atuais dos 22 jogadores e da bola”, explica René Dünkler, do Fraunhofer Institut. Esses dados, processados imediatamente, podem ser usados tanto pelos juízes, para corrigir decisões e acalmar a torcida, quanto pelos treinadores, para avaliar o desempenho dos jogadores e, eventualmente, realizar substituições.
Esquema para perceber a tecnologia da bola com chip.
Image may be NSFW.
Clik here to view.
“É uma idéia interessante para medir estatisticamente o rendimento da equipa, mas existe o risco de que a imprensa sensacionalista use os dados para eleger o jogador mais preguiçoso da rodada”, diz o técnico do Stuttgart, Matthias Sammer.
Outro estudo, e reportado por tvs no Brasil, já é possível ter chips avançados apenas na bola. Este sistema é altamente viável e também muito caro.Chips exemplificativos para o uso no desporto:
Image may be NSFW.
Clik here to view.
Image may be NSFW.
Clik here to view.
Foram 4 anos de pesquisa. O primeiro chip tinha 2 por 2 centímos, mais um bateria mas não funcionava. Hoje em dia e depois de 4 anos de pesquisa já é possível a última tecnologia de chip, chamada RFID, Identificação de radio transmissão, com antenas, e mal a bola toca no chão transmite a mensagem. E o árbito nem tem que se preocupar sem foi dentro ou fora, ou seja é avisado imediatamente. O vídeo é exemplificativo do chip na bola. E até há críticos que já poderá ser possível no Brasil em 2014.